quarta-feira, 5 de outubro de 2011




 

Eu sou carente. É isso que eu sou. Carente de abraços, de beijos, de segurar na mão. De olhar nos olhos e sorrir sem graça. Eu sou carente daquelas coisas que todo mundo diz ser careta. Carente de alguém pra me gostar assim do meu jeito estabanado, pra sorrir quando eu chegar, me abraçar sem motivo algum. Pegar na cintura, mexer no cabelo, dizer que eu tenho um cheiro bom so pra escutar eu dizendo que é obvio. Carente daqueles risos sem sentido, das conversas de bêbado no telefone a 00:00, de briguinhas sem motivo… Sou carente daquelas coisas bestas que ninguém liga mais, e talvez por ninguém se lembrar eu seja eternamente carente…
Eu sou carente. É isso que eu sou. Carente de abraços, de beijos, de segurar na mão. De olhar nos olhos e sorrir sem graça. Eu sou carente daquelas coisas que todo mundo diz ser careta. Carente de alguém pra me gostar assim do meu jeito estabanado, pra sorrir quando eu chegar, me abraçar sem motivo algum. Pegar na cintura, mexer no cabelo, dizer que eu tenho um cheiro bom so pra escutar eu dizendo que é obvio. Carente daqueles risos sem sentido, das conversas de bêbado no telefone a 00:00, de briguinhas sem motivo… Sou carente daquelas coisas bestas que ninguém liga mais, e talvez por ninguém se lembrar eu seja eternamente carente…

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